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No ritmo do seu corpo... Aposte na dança...
Aposte na dança para melhorar seu condicionamento físico, ganhar resistência, agilidade e equilíbrio.   E, ainda se destacar na balada.
 
Enquanto todo mundo se esbalda na pista dançando salsa, samba-rock e forró, você toma chá de cadeira? Ou o máximo que arrisca é dançar o créu no churrasco com os amigos, quando está de porre? Então, meu caro, você precisa urgentemente rever seus conceitos. No filme Dança Comigo? , estrelado por Richard Gere, numa das falas um aluno de dança de salão dá as pistas: as mulheres se sentem atraídas por homens que dançam. Não apenas porque eles dançam, mas  também porque desconfiam que eles mandam bem na cama. Ainda que essa relação com o desempenho sexual não tenha comprovação, a atração das mulheres pelos pés-de-valsa, sim.
 
Dançando, você se diverte e amplia a consciência corporal. Ganha força e segurança nos movimentos.
 
Pesquisadores da Universidade de Rutgers, nos EUA, analisaram por computador 183 jovens dançando. Os mais ritmados tinham corpos mais simétricos e eram os que agradavam mais as mulheres. O que levou os estudiosos a relatar que, como outros animais, somos também influenciados pela “dança do acasalamento”. Elvis Presley, quando lançou seu rebolado, já intuía isso.
Mas, indo além da sedução, um aspecto importante e pouco considerado da dança é o que ela pode fazer com o seu corpo, se você resolver encará-la para valer. Mais do que apenas uma atividade aeróbica, ela traz benefícios até para quem é rato de academia. “A dança amplia a consciência corporal e melhora o condicionamento físico por meio da diversão. É preciso fôlego para encarar horas seguidas em um baile, mas no dia seguinte é difícil alguém se sentir dolorido”,
Veja o que você ganha ao aprimorar sua performance nas pistas.

Melhore sua coordenação motora

Se você não desenvolveu bem esse aspecto quando deveria, por volta dos 3 a 6 anos de idade, a dança com seus movimentos de pernas, braços, quadril e cabeça, pode ajudá-lo a ser menos desajeitado. “A coordenação é `treinável`, envolve uma interação entre os sentidos, o cérebro e a parte muscular”, diz Marcos Serra, especialista em fisiologia do exercício e professor do curso de pós-graduação em dança e consciência corporal da Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro.
Ao enquadrar os passos ao ritmo ouvido, encaminhamos sinais para o cérebro, que se traduzem estímulos neuromusculares – os gestos e movimentos, mais soltos ou mais contidos. Alguns homens bem “travados” nunca fizeram alguns desses movimentos, como mexer o quadril. “É por isso que dizemos que a dança amplia a consciência corporal. Aprendemos a sentir que temos um corpo por inteiro e isso em pouco tempo se reflete numa postura melhor”.
Mas, para a assimilação ocorrer mais facilmente, além da prática regular, é importante partir do simples para o complexo para não se desmotivar. Por isso, aposte em ritmos mais fáceis no início. “ O bolero, por ser mais lento, e o forró, pelos passos simples, são os mais interessantes para começar, enquanto o tango e o zouk são os mais complexos”.


Ganhe flexibilidade
 
Sabe aquele jeitão robótico de quem malha muito e não se alonga? A dança pode ajudar a quebrar essa rigidez e aumentar a amplitude dos movimentos. “Ela lubrifica as articulações, solta e alonga a musculatura”. As mulheres são as mais beneficiadas (especialmente por práticas como balé e dança do ventre, que estimulam mais a flexibilidade), mas você pode tirar proveito do jazz e da dança de salão. “Enquanto a salsa trabalha mais a parte superior e o samba a inferior, o zouk age no corpo todo”.

Desenvolva o equilíbrio

Se você já tentou subir numa bola suíça sabe o esforço que o desequilíbrio exige do corpo. Na dança, tal qual o treinamento funcional, é possível estimular a consciência corporal e assim recrutar fibras musculares específicas, responsáveis para conferir mais estabilidade ao corpo. Além de evitar que você caia com facilidade, isso contribui para definir a musculatura e proteger as articulações. “A dança, ao nos tirar do nosso eixo o tempo todo, faz com que tenhamos mais controle do nosso próprio peso. Por isso é que algumas pessoas obesas se tornam leves ao dançar”. Nos passos a dois, como no zouk, no tango e no bolero, o estímulo é ainda maior: “Você tem que lidar com seu eixo e o da parceira e encontrar um terceiro em comum, senão um dos dois ficará pendendo”.

Torne-se mais ágil

Aposte nos ritmos mais acelerados, como o rock, para estimular seus reflexos. Em um baile cheio, você terá que ouvir a música, executar os passos e conduzir a parceira, ao mesmo tempo que presta atenção para não esbarrar nos outros. “Desenvolve-se naturalmente mais agilidade de movimentos e reações mais rápidas”.

Ganhe fôlego

Acelerar as batidas do seu coração na intensidade da salsa, por exemplo, além de deixá-lo mais resistente, pode fazer você perder umas gordurinhas. Quando o condicionamento cardiorespiratório é fraco, um ritmo moderado pode fazê-lo atingir o limiar anaeróbico do exercício. Ou seja, você vai se cansar nas duas ou três músicas, mas esse estímulo fortalece seu coração. A medida que ganha mais fôlego para agüentar na pista por mais tempo,
começa então a queimar gordura, como em qualquer outra atividade aeróbica. “Uma ou duas horas de dança de salão, de três a cinco vezes na semana, podem aumentar muito o gasto calórico e favorecer o emagrecimento. Se a atividade vier acompanhada de uma dieta equilibrada, o resultado pode ser melhor ainda”, diz Francisco Navarro, coordenador da pós-graduação em fisiologia do exercício da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro.
Na escolha musical motivada pela balança, ritmos mais constantes – como a salsa – são os melhores para queimar calorias. Zouk, gafieira e forró eletrônico são outras boas opções para suar a camisa.

Fique forte

“A dança proporciona desenvolvimento de força nas primeiras quatro a oito semanas de prática, que ocorre por adaptação neural, sem que haja hipertrofia muscular”, explica o fisiologista Francisco Navarro. Mesmo que você treine quase que diariamente nos aparelhos de uma academia, dançando você ainda pode trabalhar fibras musculares especificas para os movimentos da pista. Para quem anda parado, essa força funcional pode tonificar a musculatura. Ela é a mais exigida nos ritmos que envolvem a sustentação da parceira, agachamentos e movimentos de contrapeso, como zouk, tango, salsa e rock. Já os ritmos bem acelerados permitem ainda trabalhar a potência. “O trabalho de força não é de repetição, como na musculação. Alguns movimentos podem ser arriscados para a coluna e para os joelhos. Não devem ser feitos no tranco, mas de maneira suave”.


Vença a timidez

A questão aqui é de natureza emocional. A dificuldade em arriscar um simples “dois pra lá , dois pra cá” não se deve mais tanto ao preconceito relativo ao questionamento da masculinidade, mas ao medo de falhar e expor uma fraqueza. “A dança é um momento de muita intimidade com a mulher e o homem não quer errar. É mais fácil então ele dizer que não leva jeito, que não gosta”, No início, o recomendado é que os travados façam algumas aulas antes de encarar a pista ou o baile. Algumas casas noturnas disponibilizam professores para ensinar o básico logo na abertura ou em algum momento da noite. “A tensão é o que mais atrapalha, você tem que se divertir, descontrair, levar na boa”, orienta Inácio Loiola Júnior, o Moskito, professor de samba-rock em casas noturnas paulistanas. À medida que avança nos passos, você automaticamente ganha confiança, o que se reflete na sua postura e em outros aspectos da vida. Dance então.

Entre no embalo – Estes são os ritmos em alta nas baladas para sacudir o corpo

ZOUK: ritmo do momento, mistura reggaeton com lambada. Considerada a mais sensual das danças de salão, envolve movimentos sinuosos conduzidos pelo homem, colado à parceira. Difícil para iniciantes e não acostumados com giros e cambrês (arqueamento do corpo). 

SALSA: entre diferentes estilos, predominam o cubano e o porto-riquenho. Um dos ritmos mais intensos, tem atraído uma turma disposta a encarar uma dança mais solta e descontraída. Os movimentos são rápidos, com muitos giros. 

SAMBA-ROCK: de ritmo moderado a intenso, se desenvolveu na periferia de São Paulo e mescla a marcação do samba com os rodopios do twist. Exige sincronia e ginga do casal ao coordenar pernas e braços. 

TANGO: essa sensual dança portenha pede sintonia e concentração do casal no vai-e-vem de pernas. O ritmo é moderado e trabalha força, postura e equilíbrio. 

FORRÓ: o ritmo brasileiro tomou conta das festas universitárias e se tornou porta de entrada para a dança para muita gente. O ritmo moderado e os passos simples favorecem o aprendizado. A versão eletrônica adotada por bandas do Nordeste tem ritmo mais acelerado. 

ROCK: surgido no Sul dos Estados Unidos, exibe diversos estilos. Os que têm dominado as pistas são o rockabilly e as versões mais aceleradas e vibrantes, com muitos giros dos braços e sem tanto contato com a parceira. 

HIP-HOP: ritmo negro americano, incorporou movimentos do break, de 20 anos atrás, e do bebop, mais no chão. È bem intenso, trabalha força e coordenação motora. 

FUNK: dos morros cariocas, ganhou todo o Brasil. Ritmo intenso, com movimentos de apelo sexual e muitos agachamentos, trabalha membros inferiores e o quadril, a coordenação motora e força.

Revista Men`s Health
Edição32 - ano3 - número8
Por Rodrigo Gerhardt

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