A dança de salão, até bem pouco tempo o patinho fio das academias, está se transformando em Cisne. O gênero tem ganhado não só prestígio, como também profissionalização  e legiões de adeptos.No Grande ABC, é difícil precisar quantas pessoas se dedicam a atividade. Renato Mota, que há nove anos trabalha com a modalidade na região, estima que este número ronde a casa dos 2 mil – com fortes chances de triplicar no próximo verão.

Na sua escola, em Santo André, 200 alunos aprendem a dançar ritmos como samba de gafieira, pagode,salsa, bolero, forró,chá-chá-chá, suingue e tango.Co eles o bailarino montou a Companhia de Dança de Salão Renato Mota, já ganhou vários prêmios, como primeiro lugar nos festivais V Passo de Arte e Mapa cultural Paulista.

“Hoje grandes eventos como, o de Joinville (SC), têm admitido o gênero em competição. Antes, ele era relegado à categoria estilo livre, que englobava vários outros”, conta Mota. Em dois Workshops no Shopping Santo André, em janeiro e julho deste ano, o bailarino chegou a ter 600 alunos. No Instituto de Arte Coreográfica, em Santo André o diretor Rogério Rezende viu crescer em 50% o número de alunos de dança de salão – atualmente, cerca de 380 – do inicio do ano pra cá. Um dos fatores que podem ter contribuído para isso, além do aumento no interesse pelo gênero,é ele ter assumido uma franquia do método Jaime Arôxa. Ao lado do Carlinhos de Jesus e Maria Antonieta Guaycurus, Arôxa desenvolveu no Rio de Janeiro métodos próprios para a dança, elevando-a à categoria de arte.

É Arôxa quem responde, na TV Globo, pelo treinamento de atores ou pelas coreografias de abertura de telenovelas, como Salsa e Merengue. Em julho deste ano, realizou o II encontro Internacional de Dança de Salão no Rio. Seus objetivos, agora estão voltados para as Olimpíadas de 2000, que se realizarão em Sidney,Austrália. Isso porque a dança virou modalidade olímpica, sob o nome de ballroom dance.

Uma das características do gênero é a dependência do ritmo ditado pelas rádios. Na época da lambada, houve o primeiro grande boom. Naquele tempo, era o Balé Oficina, de Marisa Piveta, que trazia as novidades ao Grande ABC. Lá a professora Inézia Gomes formou a maioria  dos profissionais que hoje ensina nas academias da região – pessoas como Renato Mota. “Se antes era a lambada, hoje é o pagode que está estimulando as pessoas” ,considera ele.

SOLIDÃO – Quando perguntados sobre o porquê da dança de salão ter crescido em tempo de música techno,os professores convergem em um ponto: a solidão é a grande incentivadora. “Na discoteca, as pessoas são mais individualistas” ,ressalta Ronaldo Bolaño, professor do Instituto de arte Coreográfica. “Aqui, não há como ficar só.” Segundo ele, nas aulas, alem de trabalhar postura e timidez, há uma especial atenção ao relacionamento.

“Acaba-se criando um grande círculo de amigos, de várias classes sociais. Fazemos festas e viagens em função da dança”,conta Vanessa Gallet, partner de Bolaño. Para a administradora de empresas Meire Porto Poltronieri,as aulas ajudaram a curar a depressão. “O médico me recomendou, e hoje já não tomo mais remédios”. 
 
Diário do Grande ABC, Julho de 2004

Turmas regulares de Danças de Salão com
“Samba de Gafieira, Bolero, Soltinho, Forró, Cha-cha-chá, Salsa, Zouk, Bachata, Merengue e Rueda de Cassino”. 

Aulas as para iniciantes nos dias e horários:
Segundas feiras das 17h30 às 19h00 ou das 20h30 às 22h ou
Terças feiras das 21h00 às 22h30 ou 
Quartas feiras das 15h00 às 16h30 ou das 18h00 às 19h30 ou
Sábado das 14:00 às 15h30 inicio em 04/05

Domingos das 17h00 às 18h30.
Contamos também com diversos horários para níveis Iniciante I e II, Intermediário e Avançado, solicite informações!

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Salas climatizadas!

Inscrições na sede do Studio de Dança Renato Mota
Rua Marechal Floriano, 386, Vila Gilda, Santo André - SP.

 

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Aula de dança de Salão em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, 
Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra, Diadema, 
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